
Porque choram os meus olhos
Em quentes prantos de dor
Cheio o coração de escolhos
Na estrada do desamor
Triste luta, infecunda
És a dor em sinfonia
Qual ferida imensa, profunda
Em eternal agonia.
Na distante caminhada
Dor, tristeza, solidão
Em prantos encarquilhada
Na Terra sem solução
Em poeiras embrulhada
Triste sombra na prisão.
Manuela Silva Neves
28 Maio 2007
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IN: JARDINS de POESIA
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