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“Você é o que pensa. Você é o que procura. Você é o que faz”. Bob Richards

31 de dez de 2007











FELIZ e PRÓSPERO 2008
Que a Esperança renasça
sublime em cada pensamento.
Novos prazos para a carta de condução
Regras entram em vigor dia 1 de Janeiro
Os novos prazos para a renovação da carta de condução entram em vigor
já a partir de amanhã, 1 de Janeiro.
As novas regras obrigam as pessoas que em 2008
completam 50 ou 60 anos a renovar o título, independentemente
da data de validade do documento.

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A primeira renovação da carta fazia-se até agora aos 65 anos.
A partir de 1 de Janeiro de 2008 passa a acontecer 15 anos mais cedo,
tendo sido introduzida a obrigatoriedade de uma segunda renovação.

Um dos aspectos que se mantém é o da revalidação da carta
aos 65 e aos 70 anos e, a partir daí, sempre de dois em dois anos.

Os documentos e atestado médico para revalidação devem ser entregues até seis meses
antes da data limite, nas delegações regionais do Instituto da Mobilidade
e dos Transportes Terrestres.



21 de out de 2007

DOCES q.b.


Bolachas e Bolachinhas

A executar por Crianças

Com a ajuda dos adultos



Hidratos de Carbono





Poderá ser esta a razão porque nos sentimos mais "alertas"
quando ingerimos alimentos doces.

Uma dieta baixa em hidratos de carbono pode melhorar a disposição e promover
a perda de peso, mas parece oferecer piores resultados em termos de velocidade
de processamento mental. O estudo que o revela decorreu na Austrália, durante 8 semanas, e envolveu adultos obesos mas saudáveis, divididos em 2 grupos.

A cada um foi atribuída uma dieta baixa ou alta em hidratos de carbono.
No final do período, os participantes com dietas mais ricas em hidratos
(46% vs 4%) concluíram testes de inteligência e de lógica mais rapidamente
no que no início da investigação. Os cientistas sublinham que o estudo chama
a atenção para o papel dos hidratos de carbono nas funções cognitivas.

IN: http://www.performance.pt/html/index.asp

VISITE : http://sopasfaceis.no.sapo.pt/

11 de out de 2007

VINDIMAS












V I N D I M A S
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( no OESTE de Portugal )

De oiro ou negro vestidas
entre parras multicores
grávidas plenas de encanto,
escondidas mas adornadas
cachos de uvas encastradas
das videiras são cortadas
pró festival dos odores.

Pelos vinhedos afora,
Vamos lá a vindimar
Cachos cheios, bem carnudos.
Cestas, grupos, na labuta
Andam todos a cantar
P’ra enganar a canseira
Até à noitinha entrar.

Os lagares andam gemendo
Parindo sucos ferventes
Que chiando dia e noite
Em danças elaboradas
Colheita boa, bom grau
São horas de gargalhadas.

Na despedida, alegria
É festa p’ra encerrar
“Adiafa” noite a dentro
Comer, dançar e cantar.

Cheirinhos da minha infância
Que trago dentro do peito
Como é bom lembrar... sorrir...
À hora em que me deito.

Manuela Silva Neves
ALUENA
30/09/2007
Lisboa - Portugal

Reservados Direitos de Autor

IN: http://jardinsdepoesia.com.sapo.pt/VINDIMAS.htm



16 de ago de 2007

DOR em SINFONIA



Porque choram os meus olhos
Em quentes prantos de dor
Cheio o coração de escolhos
Na estrada do desamor

Triste luta, infecunda
És a dor em sinfonia
Qual ferida imensa, profunda
Em eternal agonia.

Na distante caminhada
Dor, tristeza, solidão
Em prantos encarquilhada

Na Terra sem solução
Em poeiras embrulhada
Triste sombra na prisão.

Manuela Silva Neves
28 Maio 2007

Reservados Direitos de Autor

IN: JARDINS de POESIA
MEUS SITE
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3 de abr de 2007

ABRIL das águas mil

Quando foi Abril, no tempo certo
De esperanças mil, de ideais
Cada um de nós foi muitos mais
E Abril se abriu; foi tempo aberto...

Quando se diss'Abril ao mundo inteiro
Nesse Abril, d'águas choveu flores
E arderam paixões, fogo de cores
Nesse Abril, pra muitos o primeiro...

E choveu águas mil, nos corações
Águas de paz, sem dor silente
Águas dum futuro conquistado...

Mas depois, só choveu desilusões!
E o Abril, de novo mais descrente
É outra vez às águas condenado!...


Autora: Maria Mamede

23 de fev de 2007

HOMENAGEM

UTOPIA

Cidade
Sem muros nem ameias
Gente igual por dentro
gente igual por fora
Onde a folha da palma
afaga a cantaria
Cidade do homem
Não do lobo mas irmão
Capital da alegria

Braço que dormes
nos braços do rio
Toma o fruto da terra
E teu a ti o deves
lança o teu
desafio

Homem que olhas nos olhos
que não negas
o sorriso a palavra forte e justa
Homem para quem
o nada disto custa
Será que existe
lá para os lados do oriente
Este rio este rumo esta gaivota
Que outro fumo deverei seguir
na minha rota?

Zeca Afonso

in: http://chuvadeletras.no.sapo.pt/index-zeca.htm