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“Você é o que pensa. Você é o que procura. Você é o que faz”. Bob Richards
28 de dez. de 2010
9 de dez. de 2010
EXTREMOS
EXTREMOS
Autor: Humberto Rodrigues Neto
Os que nascem fadados a ser reis,
já têm por berço, da fortuna os louros.
Em pequenos, Luiz quinze e o dezesseis
iam dormir sobre autênticos tesouros!
Dormiu Augusto sobre iguais abrigos
de que Alexandre hauriria o esplendor.
E assim foi com os monarcas mais antigos,
de Ramsés a Nabucodonosor!
Talvez pensassem que a felicidade
trouxesse ao infante aquela aura inata
aos linhos, aos dosséis e à alacridade
dos brocados rendados a ouro e prata!
Mas o maior dos reis já conhecidos
fugiu das sedas que a vaidade doura,
e foi doar seus primordiais vagidos
ao capim seco de uma manjedoura!
Autor: Humberto Rodrigues Neto
Os que nascem fadados a ser reis,
já têm por berço, da fortuna os louros.
Em pequenos, Luiz quinze e o dezesseis
iam dormir sobre autênticos tesouros!
Dormiu Augusto sobre iguais abrigos
de que Alexandre hauriria o esplendor.
E assim foi com os monarcas mais antigos,
de Ramsés a Nabucodonosor!
Talvez pensassem que a felicidade
trouxesse ao infante aquela aura inata
aos linhos, aos dosséis e à alacridade
dos brocados rendados a ouro e prata!
Mas o maior dos reis já conhecidos
fugiu das sedas que a vaidade doura,
e foi doar seus primordiais vagidos
ao capim seco de uma manjedoura!
É NATAL
É Natal
Autor: Eugénio de Sá
Pezitos morenos
Calções remendados
Bem pouco serenos
Uns olhos pequenos
De mágoas toldados
Nas ruas doiradas
Dezembro é andado
Há contos de fadas
Um mundo encantado
Só pr'alguns contado
A noite que chega
E com ela o frio
Comida fumega
Convite ao fastio
Num vão desafio
O menino sonha
Um sonho acordado
Carinha tristonha
Corpo acocorado
Repousa cansado
A cidade inteira
Veste-se de festa
Longe da soleira
Da porta modesta
Onde dorme o sonho
que a sorte detesta
Autor: Eugénio de Sá
Pezitos morenos
Calções remendados
Bem pouco serenos
Uns olhos pequenos
De mágoas toldados
Nas ruas doiradas
Dezembro é andado
Há contos de fadas
Um mundo encantado
Só pr'alguns contado
A noite que chega
E com ela o frio
Comida fumega
Convite ao fastio
Num vão desafio
O menino sonha
Um sonho acordado
Carinha tristonha
Corpo acocorado
Repousa cansado
A cidade inteira
Veste-se de festa
Longe da soleira
Da porta modesta
Onde dorme o sonho
que a sorte detesta
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